domingo, 9 de novembro de 2008

Auto-retrato com capa.

O coração para
Enquanto a cidade arde.
De dia.
Pessoas e sorrisos.
Pequenos olhos que não entendem nada.
Existem?
Inocente, sorri para um estranho.
O mundo não é de todo mal.
Não me reconheço no espelho
O retrato borrado que tentei esconder
Ao passo que me vejo,
O café esfria na xícara.
O tempo passa lá fora.
Pessoas.
Á porta, com olhos brilhantes uma menina espera.
Ele não virá.
Não ontem, amanhã talvez.
A vida é agora
Banal.