domingo, 15 de abril de 2012

Sobre tudo e nada ao mesmo tempo.

Saudade.

É isso, é tudo.

(É o que estava preso na garganta, são as lágrimas que estavam seguras nos olhos como um rio represado. É o abraço pronto, esperando outros braços pra entrelaçar. São os ouvidos atentos, esperando a qualquer momento ouvir os sons caracteristicos de você chegando em casa. É o quadro na parede, os sapatos guardados e os sonhos guardados também)

Sou eu.

Apenas.

E só.

É só, saudade.

De algo ou alguém que cada dia mais parece nunca ter existido.

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