terça-feira, 1 de maio de 2012

Sobre a sustentável leveza de Ser.

Quero ir até onde der. Até onde for pra ser. Quando o corpo quiser parar, que pare. A alma continuará. Se houver de nascer de novo, quero ser água. Quero correr o mundo. Se eu tiver de criar raízes, quero ter galhos, ramos, quero me expandir ao sol. Quando as raízes não me prenderem mais ao chão, quero ser passáro, sem pouso, quero céu azul sem nuvens. Imensidão. Quando o céu estiver pequeno, quero então universo. Espaço sideral. Quero ser pó de estrela, sereninho. Ser luz, e só.

Leveza.
É apenas mais uma passagem.